As cicatrizes fazem parte do processo de cura: elas se formam quando a pele se recupera de um trauma, de uma lesão ou de uma cirurgia. São extremamente comuns, mas isso não impede que pesem na autoestima de quem convive com elas — às vezes porque incomodam esteticamente, às vezes porque lembram um momento difícil.
A boa notícia é que cicatriz tem tratamento. Seja no rosto ou no corpo, em homens ou mulheres, existem recursos que podem suavizar bastante essas marcas — e, em alguns casos, torná-las quase imperceptíveis. Peelings, microagulhamento, lasers fracionados e luz pulsada estão entre as técnicas usadas, isoladas ou combinadas, conforme o caso.
Antes de indicar qualquer tratamento, porém, é fundamental avaliar o tipo de cicatriz, porque cada uma responde de um jeito:
- Atrófica: aparece como uma pequena depressão na pele, comum em sequelas de acne.
- Hipertrófica: é mais elevada que a pele ao redor, porém limitada ao local do trauma.
- Queloide: também elevada, mas se estende para além da área original da lesão.
Essa distinção importa muito: um tratamento mal indicado pode estimular ainda mais o tecido e piorar a cicatriz, em vez de melhorá-la. Por isso, a avaliação caso a caso é o ponto de partida. Se você tem uma cicatriz que gostaria de tratar, agende uma avaliação com o Dr. Rodrigo Fuzaro.
Tem uma cicatriz que gostaria de tratar? Uma avaliação define a conduta certa para o seu tipo.
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